O Grupo de Trabalho de Suporte Técnico (GTST) caracteriza-se pela atuação transversal aos diferentes grupos verticais e pelo recurso a competências técnicas especializadas, visando melhorar a qualidade, a robustez e a operacionalidade das iniciativas do ecossistema Gaia-X. Baseia-se em princípios como interoperabilidade, reusabilidade, arquiteturas de referência e boas práticas de engenharia, com o objetivo de responder a desafios técnicos, promover integrações e assegurar conformidade com requisitos regulatórios e de segurança. Algumas funções do grupo de suporte técnico podem ser descritas como disponibilizando:
• o acesso a conhecimento técnico e a comunicação entre equipas de forma clara, célere e segura,
• a utilização de ferramentas, frameworks e metodologias para monitorizar, diagnosticar e otimizar componentes,
• a promoção da partilha e documentação técnica através de repositórios colaborativos, modelos e orientações,
• o estímulo à capacitação técnica dos participantes, bem como o apoio à adoção de boas práticas,
• o suporte à análise de requisitos não funcionais e à definição de critérios para escolha de componentes.
Este grupo apresenta-se como uma curadoria de ativos técnicos provenientes de setores/verticais distintos, apresentando-se como um veículo para o desenvolvimento e experimentação de componentes, bibliotecas e software que suportarão a nova economia dos dados e dos serviços.
A iniciativa Gaia-X visa estabelecer uma infraestrutura de dados e serviços confiável e transparente para a Europa. Este grupo, atuará proactivamente nas vertentes de:
• Soberania Técnica: Capacitar o hub para gerir configurações e dependências técnicas, alinhadas com normas e padrões europeus, garantindo compatibilidade e segurança das soluções.
• Interoperabilidade: Compreender padrões, interfaces e práticas comuns que facilitem a integração entre sistemas e plataformas, essencial para permitir que as diferentes verticais colaborem de forma eficaz, tornando as soluções mais fáceis de integrar.
• Inovação Técnica: Fomentar um ecossistema partilhado de componentes, disponibilizar um conjunto de artefactos técnicos reutilizáveis, potenciando o desenvolvimento de novos serviços e provas de conceito que beneficiam os utilizadores e melhoram a eficiência operacional.
• Soberania Operacional: Proporcionar alternativas e práticas que reforcem a autonomia técnica das organizações, assegurando que componentes críticos possam ser geridos dentro da jurisdição e em conformidade.
O grupo atua como facilitador entre grupos verticais e parceiros, respondendo a dúvidas técnicas, propondo soluções de arquitetura, validando integrações e promovendo testes de interoperabilidade, com especial enfoque na documentação, na automatização de deployment e na melhoria contínua dos processos, promovendo competências internas.
Coordenador:
